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Conheça 8 instrumentos musicais pra lá de inusitados

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Esqueça o tradicional quarteto violão-guitarra-baixo-bateria. Se você é do tipo que faz música até com caixinha de fósforos, com certeza se interessará pela melodia inusitada produzida por estes 8 instrumentos (que você provavelmente não conhece):

1. Stylophone

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Inventado em 1967 por Brian Jarvis, o stylophone é um pequeno instrumento eletrônico constituído de um teclado de metal, que deve ser tocado usando uma caneta stylus. É provável que você nunca tenha visto um desses de perto, mas certamente já o ouviu em ação: o stylophone foi usado em músicas como Space Oddity, de David Bowie, e é um dos instrumentos favoritos da britânica Victoria Christina Hesketh, mais conhecida como Little Boots. Se quiser ter um stylophone para chamar de seu, uma boa notícia: em 2007, 32 anos depois de ter sua fabricação interrompida, a empresa Re:creation voltou a comercializar o instrumento.

2. Guitarra Pikasso

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Foram precisos dois anos (e mais de mil horas) para finalizar esta guitarra especial com quatro braços e 42 cordas. A semelhança do instrumento com as obras cubistas de Pablo Picasso lhe rendeu o nome de “Pikasso”, mas é uma obra de arte por si só.  A responsável pela criação complexa e personalizada foi a mestre lutier canadense Linda Manzier, que criou o instrumento em 1984 especialmente para o guitarrista Pat Metheny.

3. Harpa laser

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Inventada por Bernard Szajner em 1981, a harpa laser é um instrumento curioso. Constituído por uma série de feixes de laser e ligado a um sintetizador, sampler ou ao computador, o som é produzido pela interrupção das linhas luminosas com as mãos. O músico francês Jean Michel Jarre foi um dos responsáveis por popularizar o instrumento, usando-o em seus shows há mais de três décadas.

4. Ukelin

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O nome já dá a dica: o ukelin é uma mistura inusitada entre o ukulele havaiano e o violino. A invenção foi patenteada em 1926 por Paul F. Richter e foi produzida por empresas americanas até os anos 1970. Para tocar o ukelin, usa-se um arco como o do violino, que arranham as 16 cordas arqueadas do instrumento.

5. Sanfona (ou viela de roda)

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Não vale confundir: apesar de por aqui ser comum se referir ao popular acordeão chamando-o de “sanfona”, este nome se refere, na verdade, a um curioso instrumento de cordas. Criada por volta do século 9, a sanfona se parece com um violino acrescido de um pequeno teclado e emite um característico zumbido. Para tocar o instrumento é preciso habilidade: os sons são produzidos ao girar uma pequena manivela ao mesmo tempo em que são pressionadas as teclas de madeira.

 

6. Omnichord

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Quando foi lançado, no início dos anos 1980, o Omnichord era um instrumento dedicado a iniciantes. Isso porque tocá-lo, a princípio, é simples: os sons são produzidos apertando botões enquanto se movimenta o dedo por uma placa sensível ao toque. O que nasceu quase como um brinquedo, acabou virando queridinho de hipsters músicos profissionais, e o instrumento já foi parar nos palcos de artistas como Robbie Williams, David Bowie [vídeo abaixo], Bjork e Foster the People.

7.  Harmônica de vidro

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O estadunidense Benjamin Franklin, criador do para-raios e das lentes bifocais, é mais conhecido por seus experimentos com a eletricidade, mas sua invenção favorita foi, na verdade, um instrumento musical. Inspirado pelos sons produzidos ao friccionar dedos molhados nas bordas de taças de vidros (conhecido como copofone), Ben criou em 1761 a harmônica de vidro. O princípio é o mesmo: a harmônica possui uma série de vidros semi-esféricos em um eixo de rotação, afinados de acordo o tamanho de cada taça. Para tocar, basta molhar os dedos e deslizá-los pela superfície. O instrumento fez sucesso: Mozart, Beethoven, Tchaikovsky [vídeo abaixo] e vários outros compositores assinaram composições para a harmônica de vidro.

8. Teremim

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Inventado pelo russo Léon Theremin em 1919, o teremim foi um dos primeiros instrumentos completamente eletrônicos a serem criados. O aparelho consiste de duas antenas de metal que detectam a posição relativa da mão do músico, que controla, sem necessidade de toque, os sons e volume do instrumento. Os movimentos produzem o som fantasmagórico ouvido em faixas clássicas de bandas como Led Zeppelin e, no Brasil, da banda mineira Pato Fu.

Fonte: Superinteressante

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